quarta-feira, 29 de maio de 2013

Um novo olhar sobre a Terra do Tio Sam - crítica

A crítica escrachada em um humor forçado
No cenário de discussões políticas que vem se expandindo cada vez mais com a globalização, o ator Sacha Baron Cohen fala sobre uma causa nobre em tempos obscuros, na sua maneira vulgar.  Fugindo do politicamente correto com um humor corrosivo, Sacha interpretando o tirano Aladeen no filme “O ditador”, lançado em 16 de maio de 2012, não tem preconceitos na hora de criticar. Todos são satirizados.
O enredo não é muito (NADA!) original , um estrangeiro chegando aos Estados Unidos e se envolvendo na cultura de massas para no fim se reinventar assimilando idéias típicas do modelo de pensamento norte-americano. O roteiro é repleto de piadas de mal gosto e termina com um discurso piegas aonde o ditador Aladeen conclui que apenas o amor e entendimento cessarão os conflitos entre os povos. Momentos de reflexão são constantemente interrompidos por um humor ácido e forçado, mas mesmo assim a mensagem consegue ser passada.
O que Sacha Cohen fez neste filme foi expor a ineficácia do totalitarismo, referencias fortes a ditadores como Saddan Hussein e Muammar Kadafi, e também da democracia. A idiotização dos norte-americanos por pouco não é o foco do filme, Sacha conseguiu mostrar a opressão e a hipocrisia do modelo político democrático.  A ONU é exposta como uma organização ao serviço dos Estados Unidos.

Contestador da política, cultura e das organizações sociais, o filme reúne tiradas muito inspiradas e com potencial crítico que dividem espaço com situações de mau gosto e sem significado real abrangendo diferentes pessoas. Desde os fãs dos filmes de humor “trash” de Sacha Cohen às alas conservadoras e liberais, o filme não poupa ninguém e as criticas são claras e facilmente assimiláveis. 

terça-feira, 28 de maio de 2013

Sobre o filme Zeitgeist

Sinto uma estranha sensação de vazio dentro do meu corpo. Não é, de maneira alguma, emocional, psicológica. Meu equilíbrio mental encontra-se excelente, fato que me surpreendeu, mas dentro do meu corpo... Tenho a sensação de que me arrancaram os órgãos de dentro do corpo. Oca, sinto-me oca.
A sociedade com todos os seus valores culturais... Com toda a sua moralidade inventada e sua religiosidade empurrada pela minha garganta tentam me calar. Fazem tantas perguntas sobre meu futuro, sobre meu passado e meu presente. Tentam controlar tudo o tempo todo e, ainda pior, me fazem acreditar que o controle é algo positivo!
Isso é uma negação da MINHA natureza como humana.
A liberdade que almejo não aceita nenhum controle, nem que seja por minha parte.
E então... no meio ao caos que criei para fugir do controle que me impuseram, me sinto oca. Se bater contra minha barriga ouço o som bater nas paredes do meu corpo, sem barreiras gelatinosas de corações, pulmões, útero ou tripas. Até o sangue sumiu das minhas veias...
E o pior de tudo... sinto-me mortal... Não existe aquela secura, falta de vida, da imortalidade vampiresca. Apenas... me esvaziei. Como uma boneca inflável, que depois de muito usada é esvaziada e guardada no armário até que alguém resolva estupra-la, sem ao menos perguntar no final: foi bom para você?
É terrível esta sensação de ser esvaziada e não mais estuprada... Terrível em diversos sentidos, explico: Antes, era algo esperado, a dor e humilhação de ser usada e descartada. Me diziam para estudar, para sorrir, para passar maquiagem e depois me diziam que meus esforços nunca seriam tão bons como de determinadas pessoas. Era uma rejeição esperada dentro de um sistema que criou utopias.
Não sei se sinto-me esquecida pelos outros, mas por mim mesma. Parei de pensar, segui o que me diziam. Obedeci a religião, fiz comunhão, frequentei a igreja. Me submeti a escola: Sempre decorei e passei de ano, sem pensar ou discutir. Aceitei o ideal de beleza e comportamento: Moldei meu corpo a um "belo" que não me satisfazia, por que não era eu.
 Me entreguei de tal maneira que não precisei mais cuidar de mim, alguém cuidaria de mim por mim. Fiquei vazia por que abandonei todas as crenças que eu tinha.
Se digo que agora tudo mudou, é algo positivo. Esqueci esta entrega aos valores sociais e esta mudança representa algo bom. Se sinto-me completamente vazia é por que não tenho mais peso algum, nenhum mito consegue me alcançar, sinto-me inalcançável e mortal por isso. Qualquer informação pode ressoar pelas paredes, pelo âmago, do meu ser, mas o conhecimento que formarei com ela não depende mais do que foi instituído.
Está aí o segredo para a verdadeira felicidade: esquecer todos os preconceitos que enfiaram dentro de nós e se deixar esvaziar como plástico. Fui estuprada por idéias durante toda a minha existência. Enquanto assistia o vídeo não pude concentrar-me na minha moral, tudo que foi dito ali limpou a minha cabeça e meu corpo de maneira extraordinária. Retroceder ao que eu era não é uma opção. Nenhuma crendice popular é capaz de moldar meu pensamento. O pensamento é meu e devo sempre estar aberta a verdade, não como ela me é apresentada, mas como buscarei até o último suspiro.
Não quero me sentir cheia novamente, pesada com fé e idéias, quero estar sempre assim: Vazia.
O vazio não é necessariamente ruim, foi o homem que disse que era ruim, mas ele estava errado. O homem criou Deus, criou o pecado e o inferno, se dependêssemos do homem para viver, não viveríamos, tudo seria moralmente proibido.
Após assistir algo como Zeitgeist devemos nos calar por dias, apenas deixar toda a informação limpar nosso corpo com um sopro de realidade. Então, devemos assistir de novo e de novo até que as palavras e sons simplesmente flutuem na nossa mente no vazio que passamos a entender ser necessário para compreender toda a verdade como uma busca obrigatória.
Se é possível encontrar "A Verdade", a suprema e absoluta "Verdade", sem o molde humano sobre ela, não sei. Mesmo que seja impossível, o simples ato de buscá-la constantemente é o que deve mover cada respiração nossa. O filme Zeitgeist não representa uma idéia, mas sim a negação das idéias.
Nunca mais seremos os mesmos.

domingo, 26 de maio de 2013

pequena quase nostalgia

Dá saudade de um tempo em que se pode contar tudo, tudo mesmo, pros pais... Ou será que foi ilusao minha? Este tempo nunca existiu?
Aqueles "pecadinhos" que a gente cometeu quando criança, qualquer coisa para alguem que tenha consciencia é assustador na infancia: Roubar giz, responder mal criadamente para a profe em voz baixa, comer negrinho antes do parabéns...
Coisinhas bobas, sabe? E a gente conta pros pais, de cabeça baixa... Algumas pesssoas que eu conheci, nao contavam. Nada mesmo. Nem quando entravam em briga na escola. Eu sempre achava aquilo horrível, quer dizer, são seus pais!
Só que daí... algo aconteceu... Eu aprontei! Nada terrível, nada definitivo, mas aprontei. Me corroí de culpa por dias, mas sabia que minha mãe JAMAIS entenderia. Fui para o shopping escondida aos 12 anos! Oh, que crime!
Com o tempo, fui crescendo e vivendo minhas aventuras, infelizmente nao contei muita coisa para os meus pais, com medo. Nunca foi nada importante, tambem, mas para mim parecia. Com 17, contei para a minha mãe sobre o shopping. Achei que tinha prazo de validade o meu "crime", mas minha mae ainda me xinga.
Entao tá, sabe toda aquela vontade de confessar os pecados? Passou assim. Nao dá mais vontade de contar, ela nao vai entender. Nao, ela nao aprontava na adolescencia, ela nao é compreensiva com essas coisas...
Mas tá, por um tempo me senti no pecado... mas sabe o que é? A culpa passa...

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Entenda !

Tentei te dizer que nosso amor morreu, que a culpa não é sua. Gentilmente falei sobre nosso lindo passado e sobre os sonhos que voce ainda conquistara. Com delicadeza tentei te dar adeus, mas vc não me entendeu ... Então, sinceramente declarei: NÃO TE QUERO MAIS !

Mimada

Sou uma garota de sorte. Montada no meu unicórnio cor-de-rosa, morando na minha torre altíssima, brincando de princesa todo dia ... A gente brinca, finge, sorri. Ler livros, brincar de boneca, se vestir de fada, comer porcaria, dormir de meio-dia... Vivendo , mais ou menos isso. 
Vida legal, mas protegida demais... Da pra cansar de ser mimada?

Para quem escrevo ? Para todos

Para quem eu escrevo?
Depende ... De qual texto estamos falando?
Escrevo para o meu primeiro amor... Ele responde as vezes. É estranho.
Escrevo para um amigo, cuja admiração mutua nos torna comparsas de um crime que não cometemos.
Escrevo para os que poderem tirar proveito, lição das minhas palavras.
Escrevo para segundo e terceiro amores, e enfim, para todos os amores.... Por que quero lembrar a mim mesma que eu já amei muito.
Escrevo para minha família. Por que tenho medo de falar com eles.
Escrevo para mim mesma, por que se eu não escrever, doí.
Escrevo para o meu amor atual, por que amar é inspirador.
Escrevo para a morte, por que não sei onde ela esta e nem quando vira pressionar sua caveira contra meus lábios frios.
O importante é que escrevo

Atores

Esta é pra voce:
Não te amo, não quero ficar com voce de nenhuma forma sentimental.
Nos divertimos juntos, talvez. De uma forma muito mental ... Sem romance, sem carinho, só esta admiração.
Já amei tantas pessoas que voce não poderia ser uma delas...
Por que voce é diferente.
Voce é um amigo.
Tenho medo por voce, quero tua felicidade, teu sucesso, mas somos diferentes.
Não sei o que quero com voce, mas fique por perto. Vamos ver o que acontece
Hoje, não soube o que voce pensava ... Nunca sei, não é verdade?
Sempre escrevendo... Supondo que é criticado, imaginando o pior dos outros. Pare de tentar ler minha mente. Te admiro, não fique pensando que não vou estar aqui por voce.
E voce fica escrevendo, com o maxilar trancado e os olhos semi cerrados, um sorriso de canto talvez, erguendo a sobrancelha e mexendo nos anéis, tudo muito teatralmente. Somos isso, não somos?
Eu e voce? Voce e todo mundo? Somos personagens desta merda toda que chamamos de vida.

Cheers

Voce tem medo. Voce tem tanto medo que me assusta.voce quer amar, viver, sonhar, mas esta ferido.
Eu não sei te ajudar, por que também estou ferida. Mas estou me curando.. Pouco a pouco.e voce? Vai ficar bem? Te admiro, de coração, e só espero que voce tenha tudo aquilo que tem medo de ter.

Adeus

Te amo, mas preciso ir

Uma pergunta

Eu deveria te procurar ou sumir? O que machuca menos?

Talvez um dia... Mas não agora

Hoje li seus poemas, nossas conversas, olhei nossas fotos. Lembrei dos seus olhos, do seu jeito de andar... Isso era o mais fantástico... Seus gestos.
Voce sabia que eu amava isso?
Te observar... Ser observada ...
Mas voce me machucou muito, tanto que eu não poderia mais viver contigo.
Te amar, no entanto, é diferente.
Sempre te amarei. O amor não pode ser morto.
Mas não volto pros teus braços.
Estou nos braços de outro.
Deve doer, saber disso ...
Acredito que doa.
Bem, voce entendeu como eu me sentia? Doía para mim também.
O problema é que estou feliz agora. Tenho algo com ele que nunca encontrei em voce. Mas nunca encontrei nele o que eu amava em voce.
Ainda sonho contigo.
Imagino que ficaremos juntos.
Mas não posso e, sinceramente, não quero.
Te perdoei, te amei, mas nada foi o suficiente para me fazer ficar contigo.
Algo deu errado.
Ainda sim... Se eu te visse novamente... Creio que te beijaria a boca
Pra sentir teu gosto, teu calor...
Acho que eu choraria olhando nos teus olhos e soluçaria agarrada à tua mão.
O que tivemos é nosso. Te amo. Amor, te amo muito. Muito mesmo.
Lembre que fui teu grande amor. Eu me lembrarei que tu foi meu primeiro amor.
Os poemas... Os segredos... O destino que traçamos juntos...
Um dia será memória.
Uma linda memória.
Te amo. Mas não posso ficar contigo. Nunca me entenderas?
Voce vai amar outra um dia. De maneira diferente, vai parecer errado.
E depois, voce vai amar de verdade.
E me amar ao mesmo tempo.
Vai se casar e ter filhos, mas ainda me amará e sonhara comigo... Infelizmente mais vezes do que deveria.
Só que nunca te dei a chance de me conhecer, de perceber que não sou tudo aquilo que voce criou na imagem dentro da sua mente. Ainda assim, sou seu grande amor... Já disse isso? Estou me repetindo!
É que... Amei outros depois de voce. E vi que nosso amor não estava certo.
Um dia voce poderá me perdoar?
Fui embora da sua vida por que parecia certo ir embora, por que ficar com voce parecia errado.
Te amo, mas não é certo ficar contigo.
Talvez um dia a gente se encontre em alguma esquina. Podemos tomar café, falar do passado. Escrever poemas, ir para a sua casa, nos amarmos sob o barulho da chuva e então eu irei embora de novo. Será doloroso...
Talvez eu volte no dia seguinte ...
Talvez não ...
Talvez eu sempre te ame.
Talvez voce nunca ame tanto quanto me amou.
Só que agora... Não posso estar com coce

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Sempre...

Me apaixonei tantas vezes, tao perdidamente, de tantas formas.
Ah, se houvessem palavras que me permitissem explicar o quanto eu queria que cada promessa fosse eterna e real.
Se eu apenas pudesse entender...
Te amei, assim como amei a todos e assim como sempre amarei.
Não te veja especial, apenas entenda que te amo de maneira única.
Fecho os olhos e sinto seus dedos passando pelo meu rosto. Mas também sinto o toque de todos que já amei.
O meu "amor" é absurdo. É vulgar, doentio, compartilhado. É como uma orgia, cheia de caricias e desejos. Faço-te promessas, ouço tantas outras, durmo nos teus braços, pensando em todos os outros que também já amei.
Por que os outros amores deram errado? Por que o seu dá certo?
São coisas que jamais entenderei... Ah, se eu pudesse voltar no tempo e amar a todos eternamente ... Ah, se cada parte de mim encontrasse cada amor que tive.
O musico, o poeta, o atleta, o rebelde, o mauricinho, o anônimo incógnito, o platônico, o desumano, o perdido, o sonhador, o desesperado por uma vida utópica.
Pessoas complicadas, cujas vidas não ajudei a melhorar como deveria ter feito. Mas sou má? Não acredito que seja... Ao menos mostrei a muitas serem capazes de amar ..
Fiz? O que faço agora? Com esta palavras?
Tento mitigar a minha culpa?
Dar sentido as atrocidades que cometi?
Não sei ao certo, mas do alto da minha torre peço desculpas a todos que feri e quero dizer, uma outra vez, que amei vocês. De maneiras diferentes, mas amei. Todos. E sempre amarei. Se pegares minha mão, tremerei. Se olhares nos meus olhos, minha alma chorara dilacerada, por que eu eu voce não mais existimos.
Teremos de ser lembrança, por que não soubemos amar.
Lembrarei de voce com carinho a noite. De tudo que existiu, que criamos.
Meu amor não morre jamais, mas eu morro dentro do meu medo de ser feliz.
Acredito que agora eu esteja mudando... Não sei se aprendi alguma coisa, mas ainda não fugi.
Espero que voce esteja torcendo pela minha felicidade, como torço pela sua.
Hoje, vi teus olhos no rosto de um estranho...
Durmo contigo, no meu coração.
Sou eternamente tua.
Mas sou eternamente de muitos.
Perdão se não pude te dar o que voce merecia, não te dei o amor, mas eu te amo ainda. Nunca ficaremos juntos e nós dois entenderemos isso um dia.
Amo voce.
Mas não amo só voce.
Por favor, não me esqueça.
Sempre sua! Sempre...
Sempre do mundo.

Aprendi uma lição

Em 20/12/2012 escrevi isso:
So, today I got lost in Madri but them I just met this awesome French dude that not only helped me find my way back to The hotel but also walked me there. I was walking on the streets, those that only have half a million dollar clothes, with my hearth beating fast like hell. I was freaked out. Them I saw this guy really concentrated, watching his own steps and caring lots of things. But unlike the black tie workers that we usually see in airports , this guys looked healthy and happy. So, I stopped him talking in Spanish and he kept walking saying "no ablo" or something like that. I jumped and ask "English?". "Yes. You need help?" He answers. First of all I thanked him, with all my hearth. 
He have this cute way of speaking that mixed with the french accent is unbelievable. Anyway, his name is Cristian and he is a teacher that gives speeches around the world. Firm handshaking, caring books, cellphone, suitcase and coach. Also his clothes are cool. He dress them as he embrace the air, half open and really fresh. He smells like something you would absolutely but inside your house if you could. His laugh is like water crashing in the rocks, it doesn't just end, keeps floating in your head. Really great guy. I actually enjoyed walking some blocks in his company. And he told me a bit about himself as did I. We laugh in each others company and had a great four minutes conversation. See what I'm pointing out? This is the kind of guy that makes the world amazing as it is! Thank you, Random dude. You made my day better by being you. 

A poucos dias atras encontrei um senhor de mais ou menos oitenta anos subido uma lomba terrível enquanto carregava um ar condicionado. Me lembrei do cara que me ajudou em Madri. Acabei caminhando por meia hora com um aquecedor ... Ajudei ele a levar o aparelho até em casa. Uma casa simples... Muito simples. Ele perdeu a mulher no ano passado, foi uma luta terrível contra o câncer. E perderam. O amor da vida dele. Por quem ele foi casado por mais de 40 anos. Eu podia ter pagado um taxi pro cara. Não precisava ter caminhado tudo aquilo, mas nem o cara da história acima precisava ter me levado até o hotel. Mas as vezes é assim... A gente precisa de um ato de carinho, de uma conversa suave pra não perder as esperanças... Quando verem alguém na rua, olhemos verdade. Ajudem. As vezes o mundo precisa do seu amor. 

Garota de ouro

- E voce gosta de escrecer ?
- eu gostava. agora ja nao sei. todo mundo espera qe eu faca algo maravilhoso e magico
-acho que soh esperam que voce seja feliz e acham qe precisam te pressionar, para voce achar seu rumo, entende?
- esta do lado deles? Fora da minha casa. N te convidei para ouvir verdades 

Felicidade

Somos capazes de coisas magnificas, inimagináveis, magnificas. Todos nascemos fadados a viver. Não viver é meramente uma decisão que vai contra a nossa natureza.
Entretanto, esquecemos isso conforme crescemos e a vida vai nos tornando insensíveis.
Precisa-se de coragem para reencontrar a felicidade perdida da infância. Se acharmos amor, amigos e um bom trabalho. Seremos felizes?
Acharemos aquela felicidade perdida ?
Começa-se criando coragem de fechar os olhos e se jogar nos braços da vida.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Dores e amores

Inevitavel humano, aceite o que a vida oferecer
Recebemos muito mais do que podemos aguentar
Por que é na guerra que se aprende a lutar

Meu mundo

Bem vindos ao meu mundo, a minha casa, ao meu humilde lar.
Inventei esta idéia louca, destorcida, desinibida... Aqui vamos todos arrancar as roupas e os sorrisos, fazer uma orgia de sentimentos e esperanças, entende? Todo mundo completamente nu, sobre um chão azul.
A gente vai riscar as formas das nossas mãos entrelaçadas e brincar de papai e mamãe, brincar de ser feliz.
Só que pra isso... vai ser dificil, amado. Vamos ter que acreditar no amor e fingir que a sociedade não existe.
Neste mundo legal que eu inventei não existe muita coisa não, é só a gente e um copo de vodka.


sábado, 18 de maio de 2013

Borboletas no estômago

Quando se apaixonava por algo, ficava em silencio por dias, até que conseguisse ter o que amava. Não abria a boca mesmo, por nada, com medo que as borboletas do seu estômago tentassem fugir pela boca.  Assim, acabava por mata-las sem ar...

Amor ...?

E se pudéssemos ficar aqui para sempre? Nesta mesma posição? Embriagando-nos com vinho barato e o seu charuto importado? Só nos dois... Afastando o mundo com beijos e carinhos? Soa brega demais para voce? 
Para sempre... Neste chão e com cheiro de sexo na pele?
Podíamos ouvir Mozart por horas. 
 Verdade é que nunca fui muito fã de Mozart. 
Aquele que mergulha as mãos no peito aberto dos seus próprios pais, tem como obrigação sugar o sangue do coração. Não basta as prazer, ter matado a carne, precisa-se sorver das suas propriedades.
Canibalismo de almas, se a sociedade matar o bem que existe em voce, e nada puder recupera-lá, ao menos se de ao luxo de escravizar as vitimas. O sofrimento que se aflige hoje, deve ser pago. Aos infames, cruéis e monstruosos não de moedas para que jamais atravessem os portões do limbo. Deixa que fiquem lá, comendo seus próprios corações e chorando em gotas de sangue a própria maldade

terça-feira, 7 de maio de 2013

Dalila

Um cadaver com a pele arrancada sorri para mim do outro canto da sala. Um bafo quente com cheiro de carne podre assopra meu pescoço e morde minha boca.
Baltazar acaricia minha coxa, meu ventre e meus seios, a procura de energia. Rouba-me tudo que tenho, me deixa vazia, sobre a cama. Sozinha, completamente assustada, obrigada a me olhar no espelho.
A visão dói. Não tem fumaça de paixão ou euforia que cubra os defeitos e marcas.
É tudo real demais. Busco uma posição que me deixe mais agradável a vista, mas quando ando para tras encontro uma mão fria e ossuda contra minhas nádegas. A morte me estupra emocionalmente.
TIC TAC TIC TAC TIC TAC
O homem do tempo vai vir me pegar! Vai morder minhas canelas e arranhar minhas bochechas, vai perguntar os meus segredos e cheirar minhas calcinhas.
Paranóia de drogada. Sente-se perseguida.
Lucifer se aproxima e pega minha mão. Sentamos e ele me oferece uma tragada do seu cigarro. Dividimos um café e preparo biscoitos. Enquanto cozinho, fico em silencio, sabendo que ele me ronda. Depois de muito tempo comemos. Minha pele incomoda entao vou até o espelho. Deparo-me com meu rosto derretido como cera, os restos de mim na minha mão, em pedaços gosmentos. Não me apavoro, logo deixo de ver por que meus olhos somem da minha face.
Estou ali de frente com uma imagem terrível, sem ver nada.
Lucifer me beija na boca sem carne e me manda abrir as pernas.
Ficamos fudendo a noite toda, círculos de fogo descem e sobem na minha barriga. Quando ele termina se veste e vai embora. O dinheiro fico debaixo do meu travesseiro. Termino o que ele não terminou, minhas mãos encontram meu interior quente. Percebo, finalmente, que tenho pele de novo. Corro até o espelho.
Maças rosadas, pele brilhando de suor, cabelos esvoaçantes, olhos de gata. Linda, perfeita, sexy e com cheiro de transa.
Cubro -me com os lençois mal cheirosos e prometo ir dormir. Ao invés disso tomo mais uma pilula com whisky e corro até o espelho para me observar derreter.

Desapego?

Uma dose de desapego, outra de amnésia e tento fingir que não sei teu nome.
Tu não é de ninguem, mas eu sou de todo mundo
e exijo atenção de volta!
Quando eu vi que não te teria, que tu nao me teria, que nós nao teriamos nada: PARTI!
Mas parti dizendo que a culpa é tua.
E agora? Desapego?

querendo amores de verão

De tudo que escrevo... não sei quais partes escrevi por prazer ou por dor...
Sofrimento e confusão sempre me inspiraram mais do que alegrias e beijos...
Neste momento escrevo em meio a uma indecisao

Entre o que tive e terei... meu passado e futuro confundem-se! Quero mais do que a terra me deu.
Entretanto, nao quero alcançar a Lua e os Deuses, a torre de Babéu já nao me interessa.
Também nao busco conhecimento sem barreiras, Vathek que o procure sozinho.
Não tenho a beleza e imortalidade como ideais... Dorian Gray que aproveite.
Quero corações!
Milhões deles, batendo na minha mão.
Quero beijos na nuca, na mão, na boca.
Um dia quero...

Trocar segredos, olhar estrelas, recitar poemas

Ou quem sabe, em um humor diferente

Falar de livros, criticar politica, assistir filmes clássicos

e nas manhãs quentes
Ser beijada na barriga, tomar banho de piscina, tomar suco de morango

Quero amores diferentes, mas quero amores. Quero agora. Quero para mim. Quero para sempre.

E que Deus me ajude a evitar dualismos, por que só tendo a piorar...